Menos de 1/3 das empresas paulistanas fazem marketing online

Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo apurou que 28% das companhias de São Paulo (capital) declaram fazer algum tipo de divulgação ou publicidade online. A pesquisa teve como foco as micros e pequenas empresas, sendo realizadas 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo.

As ações mais utilizadas foram links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.


Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, revela que o internauta recorre aos buscadores, principalmente o Google, para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. “Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página”, ressalta.


Segundo a pesquisa, as peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas. “Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente”, finaliza Sandra.


Entendo que a ação mais utilizada seja o link patrocinado porque é fácil de criar e gerenciar a campanha, os anúncios e o orçamento. Mas o que as pequenas empresas não conseguem visualizar é que no médio e longo prazo o investimento em link patrocinado vai se tornar muito grande e que poderia otimizar o uso da verba com uma estratégia de SEO (ou otimização do site para os sites de busca) que permitiria que o site aparecesse bem localizado nos princiapis sites de busca durante muito tempo sem necessidade de investimentos constantes.
Mas o que mais me deixa contrariado é que as ações que seguem os links patrocinados em termos de preferência dos anunciantes são os banners e e-mail marketing, exataente ações que estão a beira do descrédito por causa, entre outras coisas, da falta de efetividade.
Os banners brilharam na década passada e depois do fortalecimento dos sites de busca como principal ferramenta utilizada pelos internautas, caiu em descrédito.
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